My vision of Optimus Alive

domingo, julho 11, 2010

Não vou fazer esperar mais aqueles que querem saber a minha visão do Optimus Alive. Primeiro, está bem organizado, contudo tenho uma critica a fazer que se prende com o palco Super Bock. Demasiado pequeno para acolher boas bandas, para mim algumas mais interessantes.

1º dia - Enquanto grande parte das pessoas foi ao recinto para ver Faith No More e Alice In Chains, nenhuma destas duas bandas me atraíam. La Roux foi o meu principal motivo e Phoenix que cancelaram o espectáculo. Calvin Harris outro grande som.

2º dia - Skunk Anansie era a grande estrela do palco principal. Bom som ao vivo, mas sem o mesmo impacto se tivesse assistido ao concerto há 7 anos. Perde por não trazer nada de novo e não acrescentar nada. Ainda assim dou uma nota bastante positiva. Mão Morta com a sua música "Budapeste" levou a pouca assistência ao rubro. O vocalista parecia que tinha acabado de sair do escritório de advogados com o seu polo estilo Lacoste e no caminho, talvez quando parou num stop ou num semáforo, fez risco preto nos olhos. Não sendo fã deles, mantêm um bom nível, senão nem mereciam estar presentes num festival. A minha nota mais positiva vai para Manic Street Preachers com a sua brilhante entrada em palco com "Motorcycle Emptiness". Gossip foi fantástico ao vivo, talvez bem melhor do que no álbum. A presença de palco de Beth Ditto é qualquer coisa. Como um amigo meu disse: "É uma gorda sexy". Talvez seja, mas a voz é brutal para o estilo de música. Se é o género que mais gosto? Não. Mas há que reconhecer que foi do melhor que passou pelo festival.

3º dia - Este era o dia que menos me suscitava interesse. A noite era de Pearl Jam, mas não sendo fã deles acabei por não apreciar em condições o concerto. Assisti talvez com alguma curiosidade a primeira metade e depois fui espreitar os outros palcos. Crookers com um som que fazia disparar o coração, no palco Super Bock, e Phoebe Killdeer & The Short Straws, no palco Clubbing, foi a pior coisa que eu ouvi no festival. Nenhuma presença de palco e músicas vazias. Não admira que estivesse meia dúzia de gatos pingados a assistir, enquanto Crookers encheu a tenda, ainda que não estivesse a abarrotar pelas costuras como foi com La Roux. Gogol Bordello espectacular também com o seu punk cigano. Lamento não ter conseguido ver The Legendary Tigerman e convidadas, mas ouvi dizer que foi o máximo.

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