Kids

domingo, maio 30, 2010

"Óoooo tão fofinhos", "Óoooo tão bonitinhos", "Óoooo que gracinha", "Óooooo....". Chega! Fiquem com eles e tirem-nos do pé de mim quando quero paz e sossego. Há certos momentos que não tenho pachorra nem paciência para tanta criança fofinha, bonitinha e com gracinha, principalmente quando quero descansar, comer uma refeição tranquilamente e fazer uma viagem serena, em vez de ter de levar com crianças a correr de um lado para o outro no corredor do avião, a correr em volta das mesas do restaurante ou a gritar loucamente quando só quero ler um livro. Mas será que os pais não conseguem controlar os filhos?

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16 comentários

  1. hum.. alguém me explique como é que eu ainda não conhecia o teu blog??? brutal ;) ainda por cima também és escorpião :D

    vou seguir-te! bjs

    p.s. - tb não conto ter filhos tão cedo e não suporto ter que levar com guinchos estridentes cada vez que vou almoçar ou jantar fora!!

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  2. Tb me irrita bastante. Uma palmada bem dada, e assunto resolvido.

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  3. Às vezes tenho a sensação que os paizinhos rapidamente se esquecem de como era a vida deles antes de serem pais e quando tb n tinham paciência para levarem com os filhos dos outros. Tenham filhos à vontade, mas controlem-nos. Não tenho de estar num restaurante a comer com uma criança à volta da mesa a fazer tropelias e a puxar a toalha. Kiss kiss às 2 :)

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  4. não podia concordar mais!

    e eu fui dia 27, ao dia dos Muse, e foi espectacular! :D
    beijinho

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  5. Olá Sunrise,
    não podia discordar mais do teu post. Mas claro eu sou mãe! A minha filha tem dois anos e quatro meses, vai connosco a imensos restaurantes e não incomoda ninguém. E, para ser sincera, há adultos que me incomodam muito mais do que algumas crianças mal comportadas.
    Quanto à pergunta que deixas - será que os pais não conseguem controlar os filhos? - a resposta é simples: não. Claro que os pais não conseguem controlar os filhos. É uma opinião pessoal, mas acho que realmente os pais não têm, nem devem, ser carcereiros dos miúdos. Às vezes eles estão mal dispostos, gritam, fazem birras, chateiam-se,exteriorizam de forma exagerada? É vida! Os adultos também fazem isso. E, é bom não esquecer, as crianças, apesar de crianças, são pessoas com personalidades próprias.

    Bjs

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  6. E tu não tens um coitadinho na tua vida! Agradece a Deus!!!!

    A minha vizinha de baixo (a tal póka!) passa a vida a chamar pelo "coitadinho".

    Ah e tal o menino borrou-se todo, coitadinho....
    A e tal o menino adormeceu. Coitadinho.

    Ah e tal o menino disse gugu dá dá... coitadinho.

    Juro-te que o puto tem para aí 2 anos e eu não sei o nome dele, apesar da mulher não deixar dormir ngm!

    Bjos

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  7. Em resposta à tua pergunta, não não conseguem, porque não querem, sabes porquê ??
    Telvez pelo mesmo motivo que os teus pais não te controlaram em criança nem te limitaram a personalidade o que te tornou na pessoa que és hoje.

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  8. Angela, ora cá está algo de que falas e desconheces: a educação que os meus pais me deram. De qualquer das formas, como comentei acima, continuo a achar que quem é pai rapidamente se esquece dos tempos em que ainda não tinha filhos. Porque as pessoas têm o direito de terem filhos, eu também quero ter, mas não gosto de sair à noite para um jantarinho romântico e estar a levar com os choros, birras e tropelias dos filhos dos outros. Isso é tudo menos romântico e relaxante. E mesmo que não seja um jantar romântico, não gosto à mesma de estar a comer com crianças a chorar e a correr em volta das mesas. E não gosto de querer ler um livro descansada e estar a levar com isso. Tal como não gosto de estar a viajar de avião e ter uma criança a correr de um lado para o outro ao longo do corredor. Mais vale fazerem restaurantes com zonas reservadas para quem tem crianças, da mesma forma que fazem com os fumadores. É discriminação? Não. Os pais sentem-se mais à vontade e as crianças também, assim como as restantes pessoas que estão naquele restaurante. Kiss **

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  9. Meu Deus... Agora foi a gotinha de água! Quer dizer que o melhor é mesmo castrar pais e filhos e impedi-los de usufruir de outros locais que não sejam a sua casa para teu conforto e de outros que pensem como tu. Lindo! Mas sabes o que vai acontecer um dia, felizmente para ti? Vais ter filhos e chegarás facilmente à conclusão que, independentemente do comportamento deles, vais querer estar na sua companhia nas mais diversas circunstâncias fora do recato do lar e sentirás na pele o olhar crítico que tens sobre a questão... as tuas crianças, se o forem realmente e não forem castradas pela tirania que se avizinha, terão direito a tudo como todos.
    sandrasilvestre
    :o))

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  10. Ah... e outra coisa... Pessoa que compara o incómodo que o tabaco provoca com crianças deve ponderar bastante antes de ser mãe... não sei se deve...
    (e vamos ver se os meus comentários são publicados!)
    sandra silvestre
    :o))

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  11. Cara Sunrise, confesso que este teu post, mas principalmente este último comentário que deixaste, me deixou um pouco apreensiva.
    É claro que o mundo se divide entre os que têm filhos e os que não têm. Mas este mesmo mundo também se divide entre as pessoas que são brancas e as que são pretas, as que são católicas e as que são judias, as que são straight e as que são gay... e nem por isso deixamos de ir todos aos mesmos restaurantes e nem por isso deixamos de andar todos nos mesmos aviões. A última vez que alguém levou um raciocínio do tipo do que fizeste ao extremo, criaram-se campos de concentração onde se exterminaram os diferentes. Chato, não achas?
    Eu tenho um filho com quase seis anos, que consegue ser o miúdo mais amoroso do mundo, mas também consegue ser o maior imbecil à face da Terra. Eu sou adepta de uma boa palmada na hora certa, eu gosto de crianças que se sentam à mesa e que só se levantam no fim da refeição. Resumindo, eu gosto de miúdos bem edicados. Mas é impossível ter uma criança modelo 24 horas por dia. Da mesma forma que é impossível a qualquer um de nós ser uma pessoa modelo a toda a hora.

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  12. Cara Sandra Silvestre,

    Antes de mais cabe-me a mim e não aos outros, neste caso a si, opinar se devo ou não ter filhos. É só o que tenho a dizer, pois quanto ao resto do que diz é a sua opinião com base num post/comentário aparentemente muito mal lido. Já pensou em relê-lo?

    Fique bem

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  13. Cara princesa das estrelas,
    Não percebo a razão da sua apreensão, mas também não estou aqui propriamente à procura de uma explicação nesse sentido. São opiniões e visões, e como é sabido estas dividem-se. Achei simplesmente curioso estar a deixar no ar uma insinuação sobre tendências hitlerianas. Pelos vistos percebe bastante bem disso.

    Fique bem

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  14. Cara Sunrise, é evidente que as opiniões são como as cerejas: há muitas e diferentes. Não fiz nenhuma insinuação, não a conheço, não posso insinuar quais são as suas crenças ou ideias políticas. O que eu disse, e reafirmo, é que há raciocínios que são perigosos, porque generalizam.É muito feio (no mínimo) e bastante indelicada a forma como você se refere às crianças em geral (e aqui sim, você generaliza) e aos pais delas.
    Imagine o que uma mãe pensa ao ler um post como o que escreveu. Até porque você está a falar de uma coisa que não sabe o que é... ao contrário de nós, mães, que já vivemos sem filhos.
    O que eu disse, e reafirmo, é que é muito perigoso generalizar e é muito perigoso querer colocar numa gaiola o que nos incomoda. E dei um exemplo do quão perigoso esse tipo de raciocínio pode ser.
    Cumprimentos
    Inês

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  15. Cara princesa das estrelas, ou Inês, como preferir,

    Faço suas as minhas palavras, que é muito feio (no mínimo) e bastante indelicada a forma como fez julgamentos sobre mim e pessoas que possam eventualmente pensar como eu, quando refere que as pessoas com este tipo de pensamentos levados ao estremo conduziram ao extermínio de pessoas e à criação de campos de concentração. Uma dedução demasiado exagerada e, diria mais, bastante ofensiva e grave. E se como diz, que não conhece as minhas crenças religiosas e ideias políticas, então não opine sobre elas.
    E se o que espera é um pedido de desculpas por causa do comentário que fiz, lamento, mas não o terá da minha parte. Não por orgulho, mas porque acho que não devo fazê-lo e não tenho de estar a justificar-me. Os posts valem o que valem, já deveria saber isso, e as pessoas que escrevem nos blogs não se resumem ao que neles consta.

    Fique bem

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  16. O que é que são choros, birras, rissinhos, tropelias, guinchos e todos os comportamentos das crianças comparados com os comportamentos dos adultos?! nada! as crianças são inocentes e é graças aos choros, às birras, às tropelias e a todos esses comportamentos, que os adultos refutam, que as crianças se tornam bons adultos. Quem nunca fez uma birra, que atire a segunda pedra, porque de certeza, já atirou a primeira, em algum momento da sua vida.

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