Not one or two, but three

domingo, abril 11, 2010

Não foi um, nem dois, mas sim três dias sem o meu homem. E quando volta, claro, toca a matar as saudades. Abracinhos aqui, abracinhos ali, beijinhos aqui, beijinhos ali, festinha aqui, festinha ali, Uffa!!! Isto é que foi compensar a ausência pelos seus três dias fora em trabalho. Bonito, não é? Pois... mas só em sonhos. Não houve tempo nenhum para matar as saudades convenientemente. E porquê? Porque continuava atolado em trabalho. É verdade que teve um gesto romântico comigo (ele é assim :) e eu fico derretida) ao ir buscar-me ao trabalho pouco depois de ter aterrado em Lisboa, reconheço isso, foi mesmo amoroso. Mas nem tivemos tempo de por a conversa em dia. "Ainda tenho trabalho para fazer. Já vou ter contigo". O ter contigo foi às 2h30 da madrugada, já eu ia no meu segundo sono. No dia seguinte, ia trabalhar de manhã o que pressupunha que tinha a noite livre. Uma ida ao cinema? Um jantarinho? Uma saída à noite? Nada. Trabalhar que é bom. Coitado dele e de mim. Bem sei que o ditado popular diz que trabalhar dignifica o homem e concordo plenamente com isto. Sei o quanto uma pessoa realizada no trabalho se reflecte em satisfação pessoal. Sei que acima de tudo trabalhar é importante porque parar é morrer. Mas caramba, um breakzinho. Também quero namorar!!!!!!!

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